©J.Percher/Centre Val de Loire - Fortaleza real de Chinon ©David Darrault/CG 37 - Fortaleza real de Chinon ©David Darrault/CG 37 - Fortaleza real de Chinon ©David Darrault/CG 37 - Fortaleza real de Chinon ©M.Jeschke/CRT Centre Val de Loire - Fortaleza real de Chinon ©CDT Tourraine - Fortaleza real de Chinon ©E.Mangeat/CRT Centre Val de Loire - Fortaleza real de Chinon
FORTALEZA REAL DE CHINON
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Origens da fortaleza real de Chinon

No cruzamento de três províncias, Anjou, Poitou e Touraine, o penhasco onde está erguida a fortaleza real de Chinon é um local estratégico ocupado desde a Antiguidade e cobiçado desde então.

Um castelo foi instalado no local no máximo no século X, já que foi nessa época que o conde de Blois Tibaldo I, o Trapaceiro, mandou construir ali uma torre. Mas foi Henrique II Plantageneta, conde de Anjou e rei da Inglaterra que, a partir de 1154, iria dar à fortaleza sua silhueta atual.

Em 1205, depois de um longo sítio, o rei da França Felipe Augusto se tornou o senhor da fortaleza e mandou construir a torre de Coudray.
 

Palco de eventos importantes da História

Em 1308, o local foi o palco de um evento importante na história da ordem dos Templários. O grande-mestre Jacques de Molay e alguns altos dignatários da ordem foram presos no local, antes de serem julgados e queimados em Paris.

Durante a Guerra dos Cem Anos, em 1427, a corte de Carlos VII se instalou no castelo de Chinon. Em março de 1429, o futuro rei recebeu ali Joana d’Arc, pastora que dizia ter visões divinas, que lhe assegurou sobre sua legitimidade – ele tinha dúvidas a respeito de sua real filiação – e ajudou a convencê-lo a sagrar-se rei em Reims.

O declínio da fortaleza iniciou-se no século XVII, com o cardeal de Richelieu, que se tornou seu proprietário. Em 1808, o monumento foi graciosamente cedido ao Conselho de Arrondissement, hoje Conselho Geral.

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