©V.Treney/CRT Centre Val de Loire - Dominio de Chaumont ©JS.Mutschler/CRT Centre Val de Loire - Dominio de Chaumont ©C.Mouton/CRT Centre Val de Loire - Dominio de Chaumont ©C.Mouton/CRT Centre Val de Loire - Dominio de Chaumont ©J.Damase/CRT Centre Val de Loire - Dominio de Chaumont ©C.Mouton/CRT Centre Val de Loire - Dominio de Chaumont ©C.Mouton/CRT Centre Val de Loire - Dominio de Chaumont
DOMINIO DE CHAUMONT-SUR-LOIRE
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Chaumont, uma fortaleza herdada

Eudes I, conde de Blois, construiu no século X uma fortaleza para proteger o vilarejo de Blois contra os ataques do conde d’Anjou. O castelo foi dado como presente de casamento ao cavaleiro de Gelduin à família de Amboise durante cinco séculos.

Luís XI queimou e destruiu Chaumon em 1455 para punir Pierre d’Amboise por ter se revoltado contra o poder real da « Liga do Bem Público ». Mas seu filho Carlos I d’Amboise conduziu a reconstrução do castelo de 1465 a 1475 concluindo a ala Norte, de frente para o Loire, hoje desaparecida.
De 1498 a 1510, Carlos II de Chaumont d’Amboise, ajudou seu tio, o cardeal George d’Amboise, a continuar a reconstrução em um estilo já marcado pela Renascença, conservando a mesma estrutura geral fortificada.

Uma epopeia tumultuada

No final de 1559, Catarina de Médicis, em posse do castelo, desde 1550, pressionou sua rival Diane de Poitier, amante do rei Henrique II, a trocá-lo pelo castelo de Chenonceau.

Com a morte de Charlotte de la Marck, filha de Diane de Poitier (1594), o destino do castelo passou por períodos conturbados.Trouxe felicidade para muita gente : fazendeiro, barão, senhores de Ruffignac, duque de Beauvilliers, duque d’Anjou…

Foi comprado, passado como herança, serviu para cobrir dívidas ou ainda como local de exílio. Tanto como fortaleza, manufatura ou fazenda, as restaurações começaram com d’Aramon que adquiriu o castelo em 1834 (morto em 1847) e seguiram enquanto estiveram nas mãos do visconde Walsh.

Mais tarde, Marie Say se tornou a proprietária, em 1875 construiu baias luxuosas e um magnífico parque no estilo inglês com o marido Amédée de Broglie (filho d’Albert de Broglie). As obras das baias em 1877 ficaram a cargo de Paul-Ernest Sanson, encarregado também pelo príncipe e pela princesa de Broglie, da restauração completa do castelo. O arquiteto escolheu uma combinação entre tijolos e pedras.

As baias de Chaumont são representativas do que a aristocracia rica construiu no final do século XIX para abrigar os cavalos. Na época, elas foram consideradas como as mais luxuosas da Europa, utilizando uma iluminação elétrica em forma de arcos, a mesma utilizada na Opéra Garnier e na Câmara Municipal de Paris.

Durante 40 anos, o castelo passou por um período suntuoso, no qual os Broglie deram festas e recepções esplêndidas, levando uma vida digna de uma residência real.Infelizmente, uma mudança de rumo na vida da princesa de Broglie obrigou-a a vender Chaumont em 1938 ao Estado, que o encarregou ao serviço de monumentos históricos.

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